Canto do Curiango

Canto do Curiango Chalés para temporada em Ibitipoca. Temos disponibilidade para o carnaval.

Dona Raimunda, uma doce guerreira!🥰
26/08/2024

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2ª MOSTRA SACI — Somando Arte no Cinema Independente selecionou produções audiovisuais de curtas e médias-metragens em variados gêneros, tanto de ficção como...

19/05/2024
Lindo de viver!
08/04/2024

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OLHA O PASSARINHO!Você já ouviu falar no DRAW A BIRD DAY!? É comemorado em todo o mundo em 8 DE ABRIL como uma forma de encontrar alegria nos prazeres simple...

“Pra que usar de tanta educaçãoPra destilar terceiras intençõesDesperdiçando o meu melDevagarinho, flor em florEntre os ...
31/01/2024

“Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor” Cazuza

O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante ...
31/01/2024

O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê! Florbela Espanca
Cartas a Guido Battelli

O sol há de brilhar mais uma vezA luz há de chegar aos coraçõesDo mal será queimada a sementeO amor será eterno novament...
21/11/2023

O sol há de brilhar mais uma vez
A luz há de chegar aos corações
Do mal será queimada a semente
O amor será eterno novamente🎶

09/08/2023

Minha homenagem, a nosso querido amigo e artista. Polêmico mas visceral e sentimental. De Gilberto Gil para Alvaro Lobo.🎶Não tenho medo da morte
Mas sim medo de morrer
Qual seria a diferença
Você há de perguntar
É que a morte já é depois
Que eu deixar de respirar
Morrer ainda é aqui
Na vida, no Sol, no ar
Ainda pode haver dor
Ou vontade de mijar
A morte já é depois
Já não haverá ninguém
Como eu aqui agora
Pensando sobre o além
Já não haverá o além
O além já será então
Não terei pé nem cabeça
Nem fígado, nem pulmão
Como poderei ter medo, hein
Se não terei coração?
Não tenho medo da morte
Mas medo de morrer, sim
A morte é depois de mim
Mas quem vai morrer sou eu
Derradeiro ato meu
E eu terei de estar presente
Assim como um presidente
Dando posse ao sucessor
Terei de morrer vivendo
Sabendo que já me vou
Aí nesse instante, então
Sentirei quem sabe um choque
Um piripaque, um baque
Um calafrio ou um toque
Coisas naturais da vida
Como comer, caminhar
Morrer de morte matada
Morrer de morte morrida
Quem sabe eu sinta saudade, hein
Como em qualquer despedida

Endereço

Conceição Do Ibitipoca, MG

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