Quinta dos Trevos.Oficios

Quinta dos Trevos.Oficios A Quinta dos Trevos-Turismo no Espaço Rural (Casas de Campo) RNET nº 3501, é uma quinta dedicada a receber hóspedes: amamos o seu bem-estar.

O nosso percurso


Após alguns anos de vida, em França e Espanha, nas "Comunidades Da Arca" fundadas pelo filósofo e poeta Lanza del Vasto, resolvemos fixar-nos no interior de Portugal, seduzidos como fomos, pela beleza natural da primavera, na campina de Idanha-a-Nova. Com o aparecimento do programa Leader, a ADRACES (Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro-Sul) apoiou a criação dos atel

iers e tem mantido um permanente trabalho no sentido de reforçar a postura empresarial da nossa micro-empresa. Surge assim a Quinta dos Trevos, um projecto familiar que conta agora com o trabalho de alguns colaboradores que animam os nossos espaços oficinais (Ferro Forjado, Carpintaria e Restáuro, Tecelagem e Fiação, Velas. Papel Reciclado, Batiks, etc....)

Fim de tarde! 🍀
21/03/2026

Fim de tarde! 🍀

Dizem que vem aí  a chuva...
23/10/2025

Dizem que vem aí a chuva...

Interessante ...
23/10/2025

Interessante ...

Aldeias vão ficar rodeadas por esta central. São mais de 1700 hectares vedados e mais de 400ha de painéis. Árvores protegidas serão cortadas!
Por favor, dêem a vossa opinião na consulta pública e ajudem a travar este atentado às populações rurais e ao ambiente.
Visita o site e diz NÃO!!!

Primeiro tens que estar registad@ no "Consulta". Caso não tenhas muito rapidamente podes efectuar o teu registo.

Deixo aqui o documento que enviei, em larga medida alicerçado no trabalho desenvolvido por uma companheira.

Exposição sobre a Central Solar Fotovoltaica (CSF) de Sophia e Linhas de Muito Alta Tensão (LMAT) associadas.

Consulta Pública: 10 de Outubro a 20 de Novembro de 2025

Venho, pelo presente, e no âmbito do Decreto-Lei n.º 151-B/2013, de 31 de outubro, apresentar a mina exposição e parecer sobre o projeto da Central Solar Fotovoltaica de Sophia e LMAT associadas (concelhos de Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova), com base na análise do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) – Volume II (Relatório Consolidado) e do Volume VI (Resposta ao Pedido de Elementos Adicionais - RPEA), datados de Setembro de 2025.
Esta participação visa contribuir para o aprofundamento da Avaliação de Impacto Ambiental, contestando a suficiência e a eficácia de diversas medidas propostas, particularmente nas dimensões patrimonial, territorial e social.
1. Contestação Central: Património Histórico, Paisagístico e Cultural
O projeto está inserido num território com elevadíssimo valor histórico, paisagístico e cultural, reconhecido internacionalmente (Geopark NaturTejo – UNESCO). Considero que a avaliação do impacte visual e paisagístico é insuficiente e que as medidas de mitigação propostas são estruturalmente inadequadas para a dimensão do projeto e a sensibilidade do local.É pois uma ilusão tentar diminuir o “peso” que as intervenções pretendidas teriam.
1.1. Impacte sobre o Enquadramento das Aldeias Históricas
Conforme o solicitado pela própria APA (RPEA, Ponto 15.1.6 – Indicar o enquadramento do projeto face às aldeias históricas, nomeadamente Monsanto e Idanha-a-Nova), o Proponente foi instado a detalhar este aspeto.
Contesto que as medidas de mitigação paisagística propostas consigam anular ou reduzir a um nível aceitável o impacte visual da CSF e, sobretudo, das Linhas de Muito Alta Tensão (LMAT) numa paisagem dominada por elementos históricos e naturais.
A proximidade ou visibilidade das instalações (painéis, subestações, torres das LMAT) a partir dos pontos de observação e miradouros que servem o fluxo turístico de Monsanto e Idanha-a-Nova constitui uma desvalorização permanente e não mitigável do capital paisagístico da região.
A reformulação do traçado das LMAT por via subterrânea nas áreas de maior sensibilidade paisagística e a criação de zonas buffer de exclusão paisagística mais vastas em torno dos limites visuais das Aldeias Históricas.
1.2. Inadequação da Valorização do Geopark NaturTejo
O EIA refere a intenção de criar percursos visitáveis para valorização do património, nomeadamente no âmbito do Geopark NaturTejo.
A promoção do turismo sustentável (Geopark) é incompatível com a instalação de uma infraestrutura industrial desta escala. A existência de percursos de observação da natureza ou geológicos adjacentes a uma central fotovoltaica deturpa a experiência de fruição e subverte o conceito de conservação territorial.
Assim os fundos de compensação sejam destinados a programas de reforço da classificação e proteção de áreas do Geopark que não estejam afetadas, e não a medidas que tentam conciliar a presença da Central com a experiência turística.
2. Contestação Ambiental e Territorial: Biodiversidade e ecossistemas e Uso do Solo
2.1. Insuficiência da Compensação de Montado e Espécies Autóctones
​Contesto a adequação do local escolhido por implicar a ocupação de áreas de coberto vegetal autóctone (Montado e/ou matos de alto valor ecológico) para a produção de energia, quando o território nacional possui vastas áreas com baixo valor ambiental.
​Contesto a falta de ponderação de alternativas de localização que priorizassem a implantação em áreas de baixa sensibilidade ambiental, nomeadamente:
​Zonas afetadas por um longo período de tempo (mais de 10 anos) por espécies invasoras, tais como grandes manchas de eucalipto ou acácias, cuja remoção e substituição por painéis solares não representa um impacto pesado e destrutivo para o ecossistema local (certamente não em comparação com um ecossistema de floresta autóctone).
Exijo uma revisão do processo de escolha do local que justifique de forma transparente a impossibilidade de implantação em áreas de invasoras/eucaliptais, de acordo com o princípio da hierarquia de mitigação (evitar > minimizar > compensar).
Acrescento que a desflorestação para implantação da Central e LMAT representa uma perda irreversível de habitat e de património natural, nomeadamente de áreas de Montado (sobreiro e azinheira).
Contesto a eficácia e rigor da proposta de compensação (RPEA, Ponto 15.1.5 – Indicar onde irá ocorrer a compensação com espécies autóctones). Se a compensação não for realizada ou em áreas contíguas (compensação ecológica), no mesmo biótopo e com espécies da mesma idade e maturidade, o impacte negativo é de magnitude elevada.
É fundamental a apresentação de cartografia detalhada e um Plano de Monitorização de Longo Prazo (40 anos) para a compensação, garantindo a sua efetiva sobrevivência e desenvolvimento, com penalizações contratuais em caso de insucesso.
2.2. Impacto na Fragmentação de Habitats e Corredores Ecológicos
A vedação periférica da Central e as LMAT, apesar das passagens e medidas de mitigação para a fauna, provocam uma alteração profunda na paisagem agrária e florestal, fragmentando os habitats.
As LMAT representam uma barreira física e um risco de colisão e eletrocussão para a avifauna. Questiono se o EIA avaliou o efeito cumulativo deste projeto com outros projetos de energias renováveis na região, que em conjunto, podem criar um "mosaico" de fragmentação insustentável para grandes mamíferos e aves.
É obrigatório um estudo aprofundado do impacto cumulativo (não apenas casuístico) com projetos circundantes, bem como a obrigação de monitorização rigorosa da avifauna e fauna selvagem por entidade independente, durante toda a fase de exploração.
3. Contestação Social: Inadequação da Compensação e Benefício Local
3.1. Mitigação e Compensação Comunitária (Curto vs. Longo Prazo)
As medidas de compensação social (RPEA, Ponto 15.1.7) focam-se predominantemente na criação de emprego na fase de construção (curto prazo – 3 anos) e em benefícios genéricos para as autarquias.
As comunidades locais suportam o impacto negativo permanente (visual, ruído, alteração do uso do solo, desvalorização de propriedades), enquanto os benefícios de emprego são maioritariamente temporários ou dirigidos a mão-de-obra não local (especializada).
Contesto a relação custo/benefício a longo prazo para o território.
É fundamental que a compensação social seja redistribuída com um foco direto e de longo prazo nas populações das freguesias de intervenção direta, nomeadamente através de tarifas energéticas bonificadas ou da criação de um fundo anual de requalificação social/cultural gerido pelas Juntas de Freguesia afetadas, durante toda a vida útil do projeto (40 anos).

Conclusões e Pedido
Perante o exposto, e em face dos impactos negativos significativos e permanentes sobre o Património (Geográfico e Histórico) e o Território, que considero insuficientemente mitigados e compensados no EIA e RPEA, solicito:
A não emissão de Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável na sua versão atual.
A reformulação obrigatória do projeto nas seguintes vertentes:
Reavaliação do local de implantação com prioridade para áreas de baixo valor ecológico, nomeadamente monoculturas de eucalipto ou áreas de invasoras.
Redução da área de implantação da CSF nas zonas de maior sensibilidade visual e proximidade a áreas históricas.
Traçado subterrâneo para as LMAT nas áreas de impacto visual direto sobre as Aldeias Históricas ou Geopark.

Com os melhores cumprimentos,
Pedro Jorge Pereira
20 de Outubro de 2025

https://participa.pt/pt/consulta/a-csf-de-sophia-e-as-lmat-associadas

Agradecimento.Água potável.O Município de Idanha a Nova alargou a rede de água potável à estrada de Santa Catarina.Um gr...
13/07/2025

Agradecimento.

Água potável.

O Município de Idanha a Nova alargou a rede de água potável à estrada de Santa Catarina.
Um grupo de residentes e proprietários de micro empresas locais, tinham anteriormente entregue ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Idanha a Nova, Eng. Armindo Jacinto um abaixo - assinado onde manifestavam preocupação pela possível contaminação das nossas camadas freaticas, pela proximidade das monoculturas agrícolas e o uso intensivo de produtos químicos.
Houve de imediato uma compreensão desta realidade e a promessa de execução da obra.
Os trabalhos ainda decorrem mas a água já está disponível.
Queremos assim agradecer ao Município, também de forma particular ao Sr. Eng. João Almeida, actual presidente da Junta de Freguesia do Ladoeiro pela disponibilidade manifestada no acompanhamento deste caso.
Uma palavra de agradecimento também para a equipa que esteve no terreno, Encarregado Geral, operadores de máquinas, canalizadores, funcionários Camarários que muito nos surpreenderam pela rapidez e eficiência técnica demonstrada.
A todos Bem Hajam.

👥 A nossa interacção social ajuda a intermutar a nossa rede neuronal e a alterar o nosso cérebro e, por esse facto, a im...
10/06/2025

👥 A nossa interacção social ajuda a intermutar a nossa rede neuronal e a alterar o nosso cérebro e, por esse facto, a imaginação, a criatividade, a linguagem são estímulos e resultados dessa formulação: quando falamos com outras pessoas ou interajimos uns com os outros, o meu cérebro é estimulado e modelado por essa (inter)acção, que por sua vez vai dar resposta aos estímulos sociais.

🤔 Sabia que, pelo uso da tecnologia desde tenra idade, as crianças chegam a perder até um terço do vocabulário que outras crianças usam sem os aparatos tecnológicos?

🧠 Se o cérebro está em formação e é reduzido na sua arquitetura pelo facto das crianças estarem numa fase de crescimento e aprendizagem, imagine como ficam os seus cérebros e o funcionamento da sua rede neuronal com tudo a funcionar apenas com um clique sob o dedo, agora e depois como adultos...

📖 Por isso, este estilo de iniciativas são extremamente importantes nos nossos dias, com os "Contos na Oliveira", de 19 a 22 de Junho de 2025, aqui entre nós, ouçamos e viajemos no pensamento, estimulemo-nos pela palavra, pela interacção, pela reunião e presença de seres com diversas energias 😃 😃 😃

✅ Dito assim, será apenas uma forma tosca de tentar ilustrar iniciativas que nos estimulam socialmente até formarmos uma comunidade(alguma vez isso acontecerá?), terão melhor oportunidade de aprofundar estes temas sobre a inteligência orgânica e os avanços da ciência neural através das inúmeras entrevistas presentes no YouTube e dos livros de Miguel Nicolelis, dos quais destaco "O verdadeiro criador de tudo".

Um obrigado especial aos meus novos seguidores! Que entusiasmo poder contar convosco! Rosa Orge, Nuno Costa
09/04/2025

Um obrigado especial aos meus novos seguidores! Que entusiasmo poder contar convosco! Rosa Orge, Nuno Costa

O que mais gosta de tudo o que vê sobre a nossa Quinta dos Trevos?
02/04/2025

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31/03/2025

Abrimos portas por momentos aos espaços de trabalho e do silêncio criativo dos trabalhos em madeira e metal, da fiação e tecelagem, da produção de velas e partilhando experiências com os nossos hóspedes nas actividades na quinta e no exterior.

30/03/2025

Quarto familiar Terras do Sul em homenagem aos entes queridos colaborantes nesta viagem de alojamento e acolhimento de outros, hóspedes e viajantes, unidos no mesmo calor humano e no que podemos proporcionar de partilha de alguns instantes da nossa vida.

Endereço

Ladoeiro

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