05/09/2020
É dever do(a) Babalorisa/ Iyalorisa manter a saúde mental da COMUNIDADE e para isso é necessário estabelecer a ordem com estratégias inteligentes que conduzam e responsabilizam todas as pessoas a proporcionarem um ambiente de paz, de comunhão, de diálogo, de compreensão e empatia. Não dá para viver no seu lar religioso o tormento do mundo fora dele é preciso que valha a pena!
A tônica dominante base dos relacionamentos tem sido a competitividade exacerbada e o lugar de acolhimento que seria a sua comunidade vira um ringue de Egos. Ninguém olha ninguém, ninguém acolhe ninguém!
O ser religioso vai pro ralo e, pessoas que estão procurando por ajuda, pessoas do bem são envoltas nesse espaço sujo e estão adoecendo emocionalmente por conta da sofisticação da maldade!
Ir para uma comunidade e cultuar ancestral é sem dúvida nenhuma fazer o exercício de banir as suas impulsividades, a sua vontade e ação de fazer fofocas, sua obsessão em difamar e depreciar pessoas, de puxar o tapete, de ser melhor, fazer melhor, dançar melhor. A sua força interna tem que ser revertida a ajudar o outro a ser melhor e assim fazer você um ser melhor também!
Não podemos apoiar o retrocesso das relações humanas que presenciamos cotidianamente em todos os espaços sociais. Nossos ancestrais que tanto resistiram a todas as formas desumanas de tratamento não merecem nosso retrocesso!
Tem muita gente que não sabe amar porque nunca foi amada. A convivência em grupo não é algo fácil, todos nós sabemos, mas se fizermos o exercício de boas palavras, de respeito, de empatia, de afetividade, de bons sentimentos faremos de nossa comunidade um melhor lugar. Aquele lugar onde as pessoas buscam renovar suas forças para lidar com gente ruim MAS DO LADO DE FORA!
Texto: Omilade Yemọjazz
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