Chalés Sitara

Chalés Sitara Chácara Sitara é um lugar especial em meio à serra, criado para quem busca tranquilidade, lazer e momentos únicos.

Perfeito para celebrar ocasiões especiais, com conforto, natureza e uma vista incrível!
💚Aqui, cada detalhe convida a viver boas memórias.

26/06/2026

Vai curtir a Festa do Biscoito? Então aproveite também o transporte coletivo gratuito entre Caldas e Pocinhos do Rio Verde! 🚍

Além de música, cultura, gastronomia e os famosos biscoitos artesanais, você pode chegar ao evento com mais comodidade e segurança.

💰 Ingressos na portaria:
🔸 Sexta-feira: 1 kg de alimento não perecível (exceto sal) ou R$ 10,00
🔸 Sábado: R$ 10,00 durante o dia e R$ 15,00 à noite
🔸 Domingo: R$ 10,00

📍 Balneário de Pocinhos do Rio Verde
🚌 Transporte gratuito saindo de Caldas
📅 Confira os horários e programe sua visita!

➡️Horários: Sextas a partir das 19h.
Sábados e domingos: A partir das 10h.

✨ Traga a família, reúna os amigos e venha viver uma das festas mais tradicionais e saborosas de Minas Gerais.

25/06/2026
25/06/2026

Foram dois fortes terremotos que atingiram o norte da Venezuela na noite de quarta-feira (24), com magnitudes de 7,2 e 7,5 registradas pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Os tremores tiveram epicentro na região costeira entre Coro e Caracas e foram sentidos em diversos países do Caribe e do norte da América do Sul.

O abalo provocou danos em edifícios, interrupções de energia e levou moradores a deixarem casas e prédios às pressas. Também houve relatos de deslizamentos de terra e rachaduras em construções, enquanto equipes de emergência iniciaram avaliações nas áreas mais afetadas.

Logo após o terremoto, autoridades emitiram alertas de tsunami para partes do Caribe, incluindo a costa da Venezuela e ilhas vizinhas. Com o passar das horas, esses avisos foram sendo cancelados à medida que o risco diminuiu.

A USGS classificou o evento como potencialmente catastrófico e, por meio de seu sistema automático PAGER, estimou inicialmente que o cenário mais provável poderia variar entre 10 mil e 100 mil mortes. Essa projeção, porém, não representa um número confirmado de vítimas, mas uma estimativa baseada na intensidade do tremor, profundidade, população exposta e vulnerabilidade das construções. As autoridades seguem avaliando os impactos reais do desastre.

23/06/2026
Festa do arraial - Caldas MG evento imperdível.
23/06/2026

Festa do arraial - Caldas MG evento imperdível.

Chalés Sitara - Caldas Pocinhos do Rio Verde. Lugar encantador pra descansar nas férias.
23/06/2026

Chalés Sitara - Caldas Pocinhos do Rio Verde. Lugar encantador pra descansar nas férias.

Veja o que alguém criou com o ChatGPT.

Imortal e venerável Charles Chaplin
26/05/2026

Imortal e venerável Charles Chaplin

Quando finalmente conquistou dinheiro suficiente, ele fez a primeira coisa que o coração mandava: tirou sua mãe de um hospital psiquiátrico em Londres e a levou para uma mansão na Califórnia. Queria que, depois de tudo, ela finalmente tivesse paz — ou pelo menos algo que se aproximasse disso.

Mas a realidade não era tão simples.

Às vezes, ela não o reconhecia. Em outras, colocava pedaços de pão embrulhados em papel dentro dos sapatos dele — um gesto desconcertante, nascido de um passado de fome tão profundo que permanecia mesmo quando a escassez já tinha acabado. Era como se o corpo lembrasse do que a mente já não conseguia organizar.

Esse homem era Charles Chaplin.

E sua história não começa com o cinema — começa com a sobrevivência.

Chaplin nasceu em 1889, em Londres, em um ambiente onde a pobreza não era exceção, era rotina. O pai alcoólatra desapareceu cedo. A mãe, Hannah, lutava para manter os filhos vivos enquanto enfrentava instabilidade mental crescente. Havia dias em que não havia comida. E havia dias em que não havia sequer um lugar seguro para dormir.

Antes dos palcos, havia a rua. Antes da fama, havia a fome.

Aos cinco anos, Chaplin já se apresentava no teatro. Não por ambição, mas por necessidade. A infância foi interrompida cedo demais — e substituída por trabalho, insegurança e uma maturidade forçada pelo sofrimento.

Em certo momento, ele e o irmão foram enviados para um abrigo de pobres. A experiência marcou Chaplin profundamente. A miséria não era uma ideia abstrata para ele — era uma memória física.

Em 1913, sua vida mudou ao entrar em Hollywood. Durante uma filmagem, pediram que ele improvisasse um figurino cômico. Ele entrou no camarim e pegou peças aleatórias: calças largas, casaco apertado, sapatos grandes demais, uma bengala e um pequeno chapéu-coco. Acrescentou um bigode falso — não para esconder o rosto, mas para envelhecê-lo.

Nascia ali Carlitos, o “Vagabundo”.

Um personagem que não precisava de muitas palavras para dizer tudo.

Através dele, Chaplin transformou a comédia em crítica social. Em seus filmes, o riso vinha sempre acompanhado de algo desconfortável: desigualdade, exploração, solidão, injustiça. Ele fazia o público rir — e depois pensar.

Em O Grande Ditador, ele finalmente quebrou o silêncio do personagem e fez um dos discursos mais marcantes da história do cinema, defendendo humanidade em meio à guerra e ao autoritarismo. Não era apenas atuação — era posicionamento.

Mas o sucesso não o protegeu.

Na década de 1950, durante o clima de perseguição política nos Estados Unidos, Chaplin foi acusado de simpatizar com ideias consideradas subversivas. Entrou em listas negras, foi investigado e acabou deixando o país. O mesmo lugar que o consagrou como gênio passou a tratá-lo como ameaça.

Ele se mudou para a Suíça.

Demorou duas décadas para que pudesse voltar aos Estados Unidos. Quando finalmente retornou, em 1972, recebeu um Oscar honorário. O público se levantou em uma ovação histórica que durou vários minutos. Não era apenas aplauso — era reconhecimento tardio.

Chaplin morreu em 1977, em paz, durante o sono, no dia de Natal.

Mas o que ele deixou vai além do cinema.

Chaplin nunca esqueceu a infância. Nunca romantizou a pobreza. Em vez disso, transformou aquilo em linguagem artística e crítica. Ele carregava dentro de si a lembrança dos artistas de rua, do frio, da fome e da humilhação — e deu a essas memórias uma forma que o mundo inteiro pudesse entender.

“Eu era como eles”, disse ele certa vez.

E talvez seja isso que explique sua força.

Carlitos não era apenas um personagem.

Era uma memória daquilo que ele nunca deixou de ser — alguém que sobreviveu o suficiente para transformar dor em arte, e arte em humanidade.

Índia dos meus encantos
26/05/2026

Índia dos meus encantos

Endereço

Avenida Jerônimo Da Silva Lourdes, 2175
Caldas, MG
37780000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 21:00
Terça-feira 08:00 - 21:00
Quarta-feira 08:00 - 21:00
Quinta-feira 08:00 - 21:00
Sexta-feira 08:00 - 21:00
Sábado 08:00 - 22:00
Domingo 09:00 - 18:00

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