20/11/2020
Nossa profunda reverência à população negra e sua luta por justiça, reparação, inclusão, respeito e liberdade. Que nós, palestinas e palestinos brasileiros, que vivemos sob o signo da opressão de nossos antepassados e conterrâneos, tenhamos também a consciência e a coragem de denunciar – todos os dias – o racismo estrutural que destrói vidas e lacera a nossa sociedade. O caso de João Alberto Silveira Freitas, espancado até a morte em um Carrefour em Porto Alegre por dois homens brancos, é mais uma evidência da triste realidade de violência e ódio na qual estamos historicamente imersos. Assim como temos que frear o apartheid israelense na Palestina, temos de fazer a nossa parte para transformar o Brasil. A luta por justiça, no fim das contas, é uma só. E nós sabemos de que lado estamos.