Noutros tempos, na época dos descobrimentos, quando os viajantes rumavam seus destinos, os bandeirantes em busca de ouro e pedras preciosas e a comitiva real em visitas às suas colônias, as paradas para descanço eram definidas e esses lugares recebiam nomes segundo o que ali havia de característico, de peculiar. Era a forma de registrar e mapear o caminho. Estes lugares eram então chamados de “PAR
ADORES”. Ali as paradas se tornavam quase que obrigatórias a todos que seguindo a mesma trilha necessitassem de pouso e descanso, pois haviam também sido escolhidas segundo critérios de conforto e segurança. Aqui em Lagoa da Prata tivemos o mesmo propósito e selecionamos o melhor lugar para para lhe trazer descanso e sossego. Erguemos um casarão aos pés de uma tricentenária Figueira, de frente para a lagoa e a 100 metros da praça de eventos, exclusivo palco das festividades do calendário municipal que, com seu terminal turístico e auditório anexo compõe o complexo de apoio ao turismo do principal cartão postal da cidade. Para que este PARADOR ficasse ainda melhor instalamos neste casarão 11 acomodações e as equipamos com diversos itens para o seu conforto. Construímos também um exclusivo restaurante e um deck com piscina. Pela cidade, por seus habitantes, pela Lagoa e por sua brisa, pelas preciosidades de decoração que ao longo do tempo foram sendo colocadas cada uma em cada canto, cheio de cuidados; pelo intenso uso de madeira reflorestada e materiais de demolição, pelo emprego e utilização da energia solar e eólica e pelo incentivo para que se conheça a cidade com a utilização de bicicletas disponíveis aos hóspedes. Por tudo isso, tornou-se Parada Obrigatória. Para dar-lhe um nome escolhemos PARADOR DA FIGUEIRA.