26/08/2026
Caminhar pelas ruas de pedra pé-de-moleque no Centro Histórico de Paraty é ser imediatamente fisgado pelo aroma de açúcar, cravo e canela. As charmosas barracas e carrinhos de doces, estacionados estrategicamente pelas esquinas, são quase um monumento vivo da cidade — uma tradição que passa de geração em geração.
Tem de tudo um pouco, e é impossível escolher um só:
Pé-de-moleque: O grande rei das barracas, macio, alto e feito com amendoim graúdo.
Cocadas: Em todas as versões imagináveis — tradicional, queimada, com maracujá, noz-pecã ou goiabada.
Brigadeirões e Quindins: Brilhantes, cremosos e servidos em fatias generosas.
Doces caseiros de colher: Como o de abóbora com coco, figo e doce de leite artesanal.
Mais do que uma pausa para o café, parar nessas bancadas é conversar com os doceiros locais, entender a história por trás de cada receita e levar um pedaço da cultura paratiense no paladar. Se você está planejando uma visita, guarde um espaço na rotina para essa experiência doce.
Qual é o seu doce de travessa ou de barraca favorito quando viaja?
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