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PENÍNSULA DE MARAÚ: A JOIA ESCONDIDA DO LITORAL BAIANOEla é bem menos conhecida que a maioria dos redutos praianos da Ba...
29/09/2016

PENÍNSULA DE MARAÚ: A JOIA ESCONDIDA DO LITORAL BAIANO
Ela é bem menos conhecida que a maioria dos redutos praianos da Bahia – e justamente por isso você precisa visitá-la!

Por Paulo Mancha D'Amaro

Quando me falaram do lugar, não dei muita importância. Península de Maraú? Sabia de um grande resort que havia se instalado por ali e não muito mais. Para mim, a falta de referências deixava esse ponto do litoral da Bahia bem atrás dos destinos consagrados como Itacaré, Morro de São Paulo, Porto Seguro, Costa dos Coqueiros etc. Felizmente, eu estava enganado. Acredite, leitor da Viajar, a tal Península de Maraú é um recanto costeiro incrivelmente bacana e variado, ainda que pouco conhecido dos brasileiros em geral.

Antes de tudo, vamos situá-la na geografia e na história. A península f**a na porção central do litoral baiano, cerca de 200 quilômetros ao sul de Salvador e pouco mais de cem ao norte de Ilhéus. Separa a Baía de Camamu do Oceano Atlântico e, devido a seu isolamento (veja quadro sobre como chegar lá), engloba um santuário ecológico repleto de lagoas, ecossistemas marinhos, piscinas naturais, restingas, arrecifes, manguezais, cachoeiras, trilhas… E claro, praias de rara beleza, onde, na maioria dos casos, nada há além de umas poucas pousadas.

Cidades? Bem, tem a própria Maraú, sede do município, que dá nome ao lugar, com seus 20 mil habitantes. E alguns pequenos povoados ao longo dos 40 quilômetros da península – dentre os quais se destaca a charmosa vilazinha de Barra Grande, no extremo norte. A cidadezinha de Maraú f**a logo no início da península, no lado voltado para o continente. É um vilarejo de pescadores muito simples, mas que merece uma visita rápida.

Fundada em 1717, tem uma história, no mínimo, curiosa. Seus primeiros habitantes foram frades capuchinhos italianos que vieram catequizar os índios da região. Depois, chegaram os ingleses, que ali instalaram a Usina John Grant de destilação de querosene, em 1860.

E, finalmente, um visitante ilustre perambulou por ali no começo do século 20: o escritor e aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, autor de O Pequeno Príncipe, que, diz a lenda, apaixonou-se pelo lugar e chegou a viver em um casebre nas imediações, em 1930. Graças ao relevo intrincado – uma espécie de penhasco debruçado sobre a água –, a cidade de Maraú permite fazer belas fotos do estuário do Rio Maraú, a partir do Mirante da Cidade Alta.

O que mais me atraiu, no entanto, foram dois marcos históricos. O primeiro é a Igreja de São Sebastião, construída em 1855 pelos frades italianos, com um interessante acervo de objetos e imagens sacras. O outro é a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, erguida no final do século 18 pela Irmandade dos Negros do Cambuízo.

Praias para dar e vender…
Feita essa visita rápida, você pode, então, se esbaldar nas praias e lagoas da península. São oito as principais: Algodões, Saquaíra, Cassange, Taipu de Fora, Bombaça, Três Coqueiros, Ponta de Mutá e Barra Grande. Distância entre a primeira e a última: 25 quilômetros.

Na minha jornada, escolhi f**ar mais ou menos no meio desse caminho: a praia de Taipu de Fora. Com seus sete quilômetros de extensão, é o trecho mais badalado da península. Coqueirais, areias claras, Mata Atlântica preservada e córregos nativos que desembocam no mar compõem um cenário de filme.

Mas ela ganhou fama mesmo graças à sua piscina natural, formada por arrecifes caprichosamente dispostos perto da orla. Na maré baixa, as ondas fortes f**am do lado de fora e as águas plácidas do interior se enchem de peixes. Um lugar ótimo para mergulho com snorkel e observação da fauna submarina.

Taipu de Fora tem algumas pousadas, casas de veraneio e cabanas de praia servindo petiscos regionais e bebidas. Também há um ou outro quiosque de artesanato, geralmente de pessoas de outros estados, como a paulista Fabiani Julianni, que mudou para lá em 2002 e nunca mais quis saber da cidade grande. Ela vive da produção e venda das chamadas biojoias – bijuterias feitas apenas com elementos naturais, colhidos de forma sustentável.
O destaque nessa praia é a Pousada Taipu de Fora, que se notabilizou pelo gramado à beira-mar, repleto de camas – um cenário que virou cartão-postal da península.

E muito perto dali f**a outro símbolo de Maraú: o Farol de Taipu. Com suas faixas brancas e vermelhas, ele ocupa o alto de um morro, 80 metros acima do nível do mar. A subida é íngreme e muita gente prefere apelar para os quadriciclos de aluguel. Eu optei por ir a pé e cheguei após 20 minutos de batalha contra a areia… Mas valeu a pena. A vista de 360 graus inclui desde o Oceano Atlântico, a leste, até a Baía de Camamu, a oeste, passando por Mata Atlântica ao norte e lagoas ao Sul.

Por falar em lagoas, a Península de Maraú tem uma das mais belas da Bahia: a Lagoa do Cassange. Com três quilômetros e meio de comprimento e 500 metros de largura, ela ostenta águas límpidas, plácidas e muito vento – o que a torna ideal para esportes a vela. O mais bacana: em alguns pontos, f**a a apenas cem metros do mar, paralela à Praia do Cassange. A união de lagoa, floresta e praia deu origem a um local tão idílico que não apenas pousadas se estabeleceram ali, mas até mesmo projetos culturais alternativos, como o Jardim das Bromélias – uma escola para as crianças da península, conduzida por voluntários estrangeiros, adeptos da pedagogia Waldorf.

O charme de Barra Grande
Saindo de Cassange, segui para o norte, para conhecer as outras praias e os vilarejos. E aqui vale uma ressalva: nem tudo são flores na península. O famoso Morro do Celular (também chamado de Mirante da Bela Vista), que sempre foi um dos recantos mais badalados de Maraú, está agora fechado à visitação, já que f**a em terras particulares e o dono aparentemente se cansou do burburinho por ali.

Relevando esse “imprevisto”, segui em frente e fui desbravar as belas praias de Bombaça e Três Coqueiros, entre as quais desponta o resort Kiaroa, com pista de pouso e tudo. Passei também por Taipu de Dentro, uma praia interna onde o que há de bacana é relaxar e ver a atividade dos pescadores, sentado em quiosques como o pitoresco Bar do Elinaldo.

Por sinal, muitas pousadas preparam os peixes que você mesmo compra em lugares como Taipu de Dentro. Mas o ápice do passeio é no final do caminho, ao norte. Em Ponta do Mutá, a faixa de areia clarinha, com mar supercalmo, lota de gente no fim de tarde, para apreciar aquele que muitos chamam de “o pôr do sol mais lindo da Bahia”.

Já o povoado de Barra Grande revela praias de águas calmas e tépidas, coalhadas de coqueiros, escunas, lanchas e bares pé na areia. Tem também o píer, porta de entrada para os visitantes que chegam de Salvador em barcos a partir da cidade de Camamu, no outro lado da baía. Aliás, anote: é nas imediações do píer que você acha a maioria das agências que levam a passeios de lancha, escuna, quadriciclo ou jipe pela região.

Barra Grande abriga, ainda, centenas de casas de veraneio, pousadas e os principais bares e restaurantes. Não deixe de experimentar o Tapera, por exemplo, com seu famoso filé de badejo recheado com palmito e queijo coalho na palha de bananeira. Alternativa para lá de recomendável é o Restaurante da Zene, com aspecto rústico, mas servindo o melhor arroz de polvo da península.

Nesse diminuto povoado, fiquei espantado com a oferta de artesanato e cultura. Sobretudo na Praça da Tainha, você acha de tudo: de lojas que vendem cachaças locais a joalherias, de uma biblioteca a uma balada, de tapiocaria a restaurante italiano.

Em um determinado ponto de minha visita, me flagrei apreciando o trabalho meticuloso do artesão Manoel Paciência, uma das figuras folclóricas do lugar. Enquanto ele tecia sua obra no bucólico ateliê instalado num canto da praça, poucos metros para a direita, ressoavam os tambores da Capoeira Lutarte, do célebre Mestre Toinho Curubelo.

Alguns passos para a esquerda, brotava a ritmada reza dos fiéis na simpática capela de Santo Antônio. Tudo isso envolvido pelo burburinho da moçada mais jovem pelos inúmeros bares da praça. Um clima de festa, introspecção e tradição – tudo ao mesmo tempo, por mais improvável que pareça. Sincretismo tão perfeito, só mesmo na Bahia…

Fonte: Revista Viajar

SUNSET BEACH HOTEL é a novidade na praia de Cambury (SP). Voltado para a família, ele empolga pela ótima estrutura e esp...
29/09/2016

SUNSET BEACH HOTEL é a novidade na praia de Cambury (SP). Voltado para a família, ele empolga pela ótima estrutura e espaços kids friendly

Por Tarcila Ferro

Paulistano que é paulistano conhece bem os encantos que o litoral norte do estado de São Paulo tem a oferecer. Em especial, a região de São Sebastião é um emaranhado de deliciosas praias que se espalham ao longo da Rodovia Rio-Santos. E foi um desses refúgios que a Rede Beach Hotel escolheu para abrir sua quarta unidade. O novinho Sunset Beach está instalado no canto esquerdo da praia de Cambury, bem próximo ao rio que faz a divisa com Camburyzinho.

Pé na areia, o empreendimento f**a a poucos metros do centro comercial do bairro, o que vale uma esticadinha para espiar as lojinhas de moda praia e comer em um dos ótimos restaurantes locais. Com blocos de apartamentos baixos, de apenas um andar, e um grande átrio na entrada – que deixa em destaque o espelho d’água e o gramado que se estende até a piscina –, o projeto do hotel é harmonioso e oferece quartos e espaços aconchegantes.

Com forte apelo familiar, o Sunset recebe superbem as crianças. É difícil competir com a agradável praia de Cambury, mas os pequenos se acabam de brincar no barco pirata que f**a na piscina infantil. Rasa e climatizada, ela tem, ainda, uma área de praia com hidromassagem. Brinquedoteca, salão de jogos e o playground também ajudam a entreter os mini-hóspedes. Nos finais de semana, feriados e férias, os pais podem deixar os filhos (com mais de 5 anos) com os monitores.

A unidade conta com copinha do bebê, equipada com micro-ondas e outros utensílios para preparar papinhas e mamadeiras. Os adultos podem aproveitar a sauna e contar com estrutura de praia com cadeiras, guarda-sóis e toalhas. Outros serviços como massagens terapêuticas, aulas de surfe e ioga e passeios com guias turísticos pela região são opções de atividades pagas à parte.

Segundo hotel da Rede Beach em Cambury, a unidade soma 186 leitos, distribuídos em 62 apartamentos de 40 m², todos com vista para o mar – 12 com vista frontal e 50 com vista lateral, tanto para a praia quanto para a serra. Os quartos seguem o padrão americano e oferecem ar-condicionado, duas camas box, frigobar, Wi-Fi, TV a cabo e cofre, além de varanda privativa.

Há um restaurante que atende no sistema de bufê nas três refeições. Na diária, apenas o café da manhã está incluso, mas existe a opção de regime de pensão completa. E para quem sonha com um casamento à beira-mar, o hotel oferece estrutura completa para a festa e cerimônia, fechando a unidade exclusivamente para o evento!

Fonte: Revista Viajar

BALNE´RIO CAMBORIU...A cidade catarinense chama atenção pelas belezas naturais e estrutura modernaPor Paulo Mancha D'Ama...
29/09/2016

BALNE´RIO CAMBORIU...
A cidade catarinense chama atenção pelas belezas naturais e estrutura moderna

Por Paulo Mancha D'Amaro

Não sou do tipo que gosta de comparações, mas depois de conhecer Balneário Camboriú ficou difícil não colocá-lo no mesmo patamar de Miami. Acham que eu enlouqueci? Nada disso, cada vez mais, a cidade catarinense se parece com uma miniatura da metrópole americana: praias belíssimas nos arredores, bons hotéis, gastronomia de primeira, comércio variado, segurança e uma qualidade de vida invejável.

Balneário Camboriú f**a no litoral norte de Santa Catarina, a apenas meia hora de carro do aeroporto de Navegantes e a 80 quilômetros de Florianópolis. O mar, a areia e os prédios na orla criam a imagem da nossa Miami made in Brasil. Com o dólar vivendo momentos de total esquizofrenia, por que não f**ar por aqui mesmo?

As praias, claro, são a grande atração. Mas Balneário Camboriú vai além. Comece contemplando a cidade do alto, subindo o Morro do Careca. Dali, a mais de cem metros de altura, dá para ter a real visão da área urbana, com seus edifícios elegantes e suas marinas, entre elas, a Marina Tedesco, inaugurada em 2006, com design que lembra as da Flórida.

Dali você pode embarcar em um delicioso passeio marítimo. O Barco Pirata tem capacidade para 270 pessoas e faz um roteiro divertido, que tem início na Barra Sul, passando pela Praia Central e pela bucólica Ilha das Cabras, e indo atracar na Praia de Laranjeiras, permitindo aos visitantes aproveitar a praia, mergulhar e desfrutar da gastronomia local.

Mas a maior atração de todas é o Parque Unipraias. Trata-se de uma reserva de mata nativa no alto de uma montanha, aonde você chega por meio de um teleférico. E, de lá, pode voltar ou descer para Laranjeiras.
No meio do caminho, bem no topo, f**a a Estação Mata Atlântica, com alguns programas imperdíveis. Há quiosques, loja de suvenires, um auditório para eventos culturais e o Parque Ambiental, que soma mais de 500 metros de passarelas em meio à mata, sinalizadas por placas indicativas sobre a fauna e a flora nativa.

Mas o que as crianças amam mesmo são o trenó e a tirolesa. O primeiro foi batizado de Youhooo!. Fabricado na Alemanha, é um trenó de montanha que desce em velocidade pela Mata Atlântica em um percurso de 710 metros. Pode alcançar até 60 km/h! A segunda, chamada ZipRider, é uma tirolesa radical que garante uma descida de 750 metros a 60 km/h.

Fonte: Revista viajar

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