11/03/2023
Continuamos no mundo (a)normal de hoje, em que se mudou a forma de viver. Se para uns foi mais fácil a adaptação a esta constante incógnita do dia de amanhã, para outros continua a ser fonte de solidão, perda e sofrimento. Continuo a assistir a demasiados conflitos em relação a este tema e a demasiadas certezas absolutas do pouco que se continua a saber. Resta apenas a convicção de que cada um lida da forma que melhor sabe e pode com tudo isto e que há necessidade de maior compaixão e empatia por todos aqueles que pensam, sentem e agem de forma diferente de nós. O mundo mudou porque a pandemia deixará sequelas várias na forma de ser, estar e sentir, mesmo que o caminho seja de um regresso ao mais normal de que temos memória. Que essas sequelas não sejam motivo para a desordem, que não seja razão para nos atacarmos constantemente, que saibamos crescer com a troca de impressões e conviver com diferentes opiniões.